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""Nasa divulga o maior e mais completo mapa de Marte já feito"" Buscar na Web ""
O mapa foi construído a parir de 21.000 fotografias obtidas pela sonda Mars Odissey 23 de julho de 2010 | 14h 11 
Imagem do atlas de Marte com zoom no Olympus Mons, o maior vulcão do Sistema Solar. Nasa
O melhor mapa já feito do planeta Marte está disponível na internet, onde pode ser consultado por cientistas profissionais, amadores ou internautas curiosos. O mapa de Marte (site Mars Space Flught) O mapa foi construído a parir de 21.000 fotografias obtidas pelo Sistema de Imagem por Emissão Térmica ("Themis"), uma câmera de infravermelho a bordo da sonda Mars Odissey, da Nasa. A câmera começou a fotografar Marte há oito anos. As imagens foram suavizadas, combinadas, misturadas e controladas cartograficamente, para produzir um mosaico gigantesco. Usuários podem "deslizar"sobre as fotos, ampliá-las ou reduzi-las. 
Relevo da superfície marciana, com as altitudes codificadas em cores, do azul ao vermelho. Nasa Em zoom total, os menores detalhes da superfície têm diâmetro de 100 metros. Algumas regiões específicas de Marte já foram fotografadas em resolução maior, mas esta é a melhor disponível para o planeta como um todo. Usuários com acesso a banda larga, computadores poderosos e software capaz de tratar imagens com gigabytes de dados podem tentar baixar o mapa em resolução plena do site http://www.mars.asu.edu/data/thm_dir_100m.
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Escrito por orion às 10h13
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"Astrônomos confirmam planeta em órbita de estrela semelhante ao Sol" Buscar na Web ""
Com a confirmação, o sistema, classificado como 1RXS 1609, passa a representar um desafio às teorias 
A imagem original de 2008, com a estrela e o planeta em órbita. Gemini Observatory/Divulgação Novas observações confirmaram que um planeta com cerca de oito vezes a massa de Júpiter está mesmo em órbita de uma estrela semelhante ao Sol. A distância entre estrela e planeta é cerca de 300 vezes maior que a que separa a Terra do Sol. Astrônomos detectam 'supertempestade' em planeta distante O planeta recém-confirmado é o menor que se conhece numa órbita tão distância de sua estrela. A descoberta havia sido anunciada em 2008, por uma equipe liderada por David Lafrenière, então na Universidade de Toronto, atualmente na Universidade de Montreal. Mas eram necessárias mais observações para co0nfirmar que planeta e estrela realmente compunham um sistema conjunto - era possível que a imagem em que ambos apareciam juntos fosse fruto de um alinhamento casual. "Nossas novas observações eliminam a possibilidade de alinhamento casual, e confirma que planeta e estrelas estão relacionados", disse, em nota, Lafrenière. Com a confirmação, o sistema, classificado como 1RXS 1609, passa a representar um desafio às teorias de formação planetária, por conta de seu afastamento extremo em relação à estrela. "A localização improvável dessa mundo alienígena pode estar nos dizendo que a natureza tem mais de um jeito de fazer planetas", afirma o coautor Ray Jayawardhana. Quando foi detectado inicialmente, com o uso do Observatório Gemini, em abril de 2008, o objeto tornou-se o primeiro planeta a provavelmente orbitar uma estrela semelhante ao Sol e que havia sido revelado por uma imagem direta. A equipe de cientistas também obteve um espectro do planeta e foi capaz de determinar muitas de suas características, confirmadas no novo trabalho. "Em retrospecto, isso faz de nossos dados iniciais o primeiro espectro de um exoplaneta confirmado de todos os tempos!", disse Lafrenière. Desde a observação inicial, diversos outros planetas foram descobertos por meio de imagem direta, incluindo um sistema de três planetas em torno da estrela HR 8799, também encontrado com o Gemini. A estrela do sistema 1RXS 1609 fica a 500 anos-luz da Terra, em um grupo de estrelas jovens. O planeta tem temperatura estimada em cerca de 1.500º C. A estrela tem massa estimada em cerca de 85% da do Sol. A juventude do sistema ajuda a explicar a alta temperatura do planeta, já que a contração gravitacional do mundo, durante a fase de formação, deve ter elevado a temperatura rapidamente. Quando a contração terminar, o astro esfriará, irradiando infravermelho. Em bilhões de anos, atingirá uma temperatura semelhante à de Júpiter, que no alto da atmosfera chega a 110º C negativos. Esses resultados serão publicados no Astrophysical Journal.
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Escrito por orion às 09h39
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"Hubble faz fotos detalhadas de berçário de estrelas" Buscar na Web ""

Na imagem, uma ampla vista de jovens estrelas e nuvens de gás em nossa galáxia vizinha Foto: ESA/Divulgação A Nasa capturou através do telescópio Hubble uma rede complexa de nuvens de gás e aglomerados de estrelas em nossa galáxia vizinha, a Grande Nuvem de Magalhães. Esta região de nascimento da estrela é uma das mais ativas no Universo. A Grande Nuvem de Magalhães contém muitas bolhas brilhantes de gás incandescente. Uma das maiores e mais espetacular é a LHA 120-N 11, mais conhecida como N11 desde que foi catalogada, em 1956, pelo astrônomo e astronauta Karl Henize. N11 se estende por mil anos-luz, é a segunda região de maior formação de estrelas na Grande Nuvem de Magalhães e produziu algumas das estrelas mais massivas já conhecidas. De perto, a N11 é uma nuvem de gás brilhante cor-de-rosa e se assemelha a um redemoinho de "algodão doce" e é relativamente compacta e densa. Mais distante, a sua forma global distinta levou alguns observadores a chamá-la de "a nebulosa de feijão". As características coloridas da nebulosa são os sinais indicadores do nascimento da estrela. É o processo de nascimento da estrela que dá a N11 uma aparência diferente. Três gerações sucessivas de estrelas, cada qual formada mais longe do centro da nebulosa, criaram escudos de gás e poeira. Estes escudos foram fundidos longe das estrelas recém-nascidas na agitação de seu nascimento energético criando o anel que dá a forma tão proeminente observada na imagem. Embora seja muito menor do que nossa galáxia, a Grande Nuvem de Magalhães é uma região forte de formação de estrelas. Estudando esses berçários estrelares os astrônomos conseguem entender mais sobre como nascem as estrelas e o tempo de seu desenvolvimento final. Tanto a Grande Nuvem de Magalhães quanto sua companheira, a Pequena Nuvem de Magalhães, são facilmente visíveis a olho nu e tem sido sempre familiar às pessoas que vivem no hemisfério sul. O crédito por trazer estas galáxias à atenção dos europeus é geralmente dada ao explorador Português Fernando de Magalhães e a sua tripulação, que a avistaram em viagem marítima em 1519. No entanto, o astrônomo persa Abd Al-Rahman Al Sufi e o explorador italiano Américo Vespúcio já haviam registrado a Grande Nuvem de Magalhães, muito antes, em 964 e 1503, respectivamente. fonte: Redação Terra
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Escrito por orion às 08h51
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"Descobertos mais berçários de estrelas no interior da Via-Láctea" Buscar na Web ""
Cientistas vão usar regiões para analisar a evolução da nossa galáxia 
Ilustração da Via-Láctea, galáxia da qual fazemos parte. Divulgação/Nasa-JPL-Caltech Astrônomos descobriram na Via-Láctea um grande número de regiões, até então desconhecidas, onde estrelas gigantes estão nascendo. A descoberta, dizem seus autores, oferece novas informações sobre a estrutura da galáxia da qual a Terra faz parte e pode trazer pistas sobre sua composição química. "Podemos relacionar claramente a localização desses pontos de formação de estrelas à estrutura maior da galáxia. Estudos posteriores permitirão entender melhor o processo de formação de estrelas e comparar a composição química desses locais em diversas distâncias do centro galáctico", disse, em nota, o astrônomo Thomas Bania, da Universidade de Boston. O trabalho realizado por Bania e colegas foi apresentado na reunião da Associação de astronomia dos EUA, em Miami. As regiões formadoras de estrelas que os autores buscaram, chamadas H II, são locais onde os átomos de hidrogênio têm seus elétrons arrancados pela radiação intensa das estrelas jovens e grandes. Para encontrar essas regiões, escondidas pelo gás e poeira da Via-Láctea, os pesquisadores se valeram de telescópios de infravermelho e rádio. Eles encontraram concentrações dessas áreas na extremidade da barra central da galáxia e em seus braços espirais. A análise mostrou que 25 regiões estão mais distantes do centro galáctico que o Sol. Descobrir regiões além do Sol é importante, diz Bania, para entender a evolução química da Via-Láctea. "Há evidência de que a abundância de elementos pesados muda com a distância crescente do centro. Agora temos mais objetos para estudar e melhorar nossa compreensão desse efeito", declarou. fonte: ESTADO
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Escrito por orion às 08h55
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"Planeta mais quente já descoberto está sendo engolido por estrela" Buscar na Web ""

O planeta, chamado WASP-12b, é o mais planeta quente já descoberto, com uma atmosfera fervendo a cerca de 1.500 graus Celsius.[Imagem: NASA, ESA, and G. Bacon] Estrela engolindo planeta "A estrela que comeu meu planeta" pode soar como título de um filme de ficção científica classe B, mas é exatamente isto o que está acontecendo a 600 anos-luz de distância da Terra. Como uma mariposa ao redor de uma chama, um planeta gigantesco, pouco maior do que Júpiter, chegou tão perto de sua estrela que ela começou a sugar sua atmosfera. Isso acontece porque o planeta fica tão quente que a sua atmosfera se expande além do ponto onde a gravidade da estrela supera a gravidade do planeta, passando a atrair e consumir sua massa aos poucos. Os astrônomos calculam que o planeta será completamente devorado em 10 milhões de anos. Planeta mais quente da galáxia O planeta, chamado WASP-12b, é o mais planeta quente já descoberto, com uma atmosfera fervendo a cerca de 1.500 graus Celsius. Ele tem cerca de 40 por cento mais massa do que Júpiter, e sua atmosfera expandiu-se tanto que já atinge cerca de três vezes o raio do nosso vizinho gigante, que há poucos dias perdeu uma de suas faixas. Este efeito de "troca" de matéria entre dois objetos estelares é comumente visto em sistemas binários nos quais as duas estrelas estão muito próximas. Mas esta é a primeira vez que o fenômeno foi visto de forma tão clara envolvendo um planeta. Metais cósmicos Apesar da curiosidade do fenômeno, talvez o dado científico mais importante seja que os astrônomos conseguiram identificar elementos químicos - metais - nunca antes detectados fora do Sistema Solar. Foram detectados sinais de sódio neutro, estanho, manganês, itérbio ionizado, escândio, manganês, alumínio, vanádio, e magnésio. "Encontramos também o número estatisticamente esperado de trânsitos anômalos em comprimentos de onda que não estão associados a nenhuma linha de ressonância conhecida," afirmam os pesquisadores. fonte :inovação tecnologica
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Escrito por orion às 10h20
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"Nuvem forma estrelas com 10 vezes a massa do Sol, diz ESA" Autor: Redação Terra Buscar na Web "Redação Terra"

Imagem do telescópio espacial Herschel mostra região de intensa formação de estrelas gigantes (cores vermelha e azul do lado direito), a 5 mil anos-luz da Terra Foto: ESA/Divulgação A ESA, agência espacial europeia, divulgou nesta segunda-feira a imagem que mostra uma inédita formação de estrelas gigantes, cada uma com massa até dez vezes superior à do Sol. A região de formação estelar, uma grande nuvem que contém poeira e gás suficiente para produzir cerca de 10 mil Sóis, está associada à nebulosa Rossette, a 5 mil anos-luz da Terra. Na imagem, captada pelo telescópio espacial Herschel, cada cor representa uma temperatura diferente da poeira. As estrelas de grande massa estão localizadas no lado direito da foto, onde as temperaturas variam de -263ºC (10ºC acima do zero absoluto), em vermelho, a -233ºC, em azul. Os borrões brilhantes são casulos empoeirados que escondem as protoestrelas de grande massa. Os pontos menores e as áreas avermelhadas são protoestrelas de menor massa, parecida com o Sol. Segundo a ESA, é importante compreender a formação de estrelas com grande massa na Via Láctea porque elas alimentam com luz e outras formas de energia a sua nuvem. Assim, podem disparar a formação da próxima geração de estrelas, informou a agência. As nebulosas são nuvens de poeira, hidrogênio e plasma, com intensa formação de estrelas, e podem ter vários formatos e cores.
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Escrito por orion às 11h11
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"ESO divulga imagem de nebulosa pouco conhecida" Autor: ESO Buscar na Web "ESO"

No lado direito da imagem, o gás quente de hidrogênio é iluminado por uma estrela azul chamada V391 Velorum Foto: ESO/Divulgação O observatório Europeu do Sul (ESO, na sigla em inglês), divulgou nesta quarta-feira, dia 31, a imagem de uma nebulosa pouco conhecida, a Gum 19, que no infravermelho aparece escura em uma metade, e brilhante na outra. Em um dos lados, o gás quente de hidrogênio é iluminado por uma estrela azul chamada V391 Velorum. Novas estrelas encontram-se em formação no interior da faixa de matéria luminosa e escura. Depois de muitos milênios, estas novas estrelas, juntamente com a explosão final de V391 Velorum como supernova, irão provavelmente alterar a atual aparência de Gum 19. Gum 19 está situada na direção da constelação de Vela a uma distância de aproximadamente 22 000 anos-luz. As nebulosas são nuvens de poeira, hidrogênio e plasma, com intensa formação de estrelas, e podem ter vários formatos e cores. Redação Terra
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Escrito por orion às 11h39
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" ESO divulga imagem de nebulosa semelhante à "chama de vela" Autor: ESO Buscar na Web "ESO"

Imagem do telescópio Vista mostra a nebulosa Flame, espécie de chama alaranjada à esquerda da estrela azul mais brilhante Foto: ESO/Divulgação O Observatório Europeu do Sul (ESO, na sigla em inglês) divulgou nesta segunda-feira uma imagem captada pelo telescópio espacial Vista que mostra a nebulosa Flame, batizada com este nome pela semelhança com a chama de uma vela. A formação também está registrada com o código NGC 2024 e se localiza na constelação de Órion, um grupo estelar reconhecido em todo o mundo por incluir estrelas brilhantes e visíveis de ambos os hemisférios. O núcleo da nebulosa fica completamente escondido sob a poeira cósmica da formação quando visto sob luz natural. No entanto, as câmeras em infravermelho do Vista permitiram que o aglomerado de estrelas jovens no coração da Flame fosse observado. Dentro da foto também é possível enxergar o brilho refletido pela nebulosa NGC 2023 (pouco abaixo do centro da imagem) e o contorno obscuro da nebulosa Cabeça de Cavalo (próximo ao canto inferior direito), ou Barnard 33. O objeto grande com brilho azulado no canto superior direito é uma das três estrelas brilhantes que formam o Cinturão de Órion. As nebulosas são nuvens de poeira, hidrogênio e plasma, com intensa formação de estrelas, e podem ter vários formatos e cores. Fonte> Terra
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Escrito por orion às 10h37
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Alice
'Siga Alice'''' 10/03/2010, às 10:44:E-mail de , Eduardo Peixoto para Luciano Stancka; na liasta: revista_ufo@yahoogrupos.com.br Nobre amigo Luciano, recebo o seu comentário com tranquilidade, 1º quanto ao quesito fé: -para estar em contato com os seres extraterrestres, intraterrestres, intramarinhos e intradimensionais, contrariando a sua lógica, é preciso ter fé, elevação espiritual mesmo; é necessário padrão de consciência elevado, mormente, para ser admitido na cidades intraterrestres como visitante.
Então voce me confirma que o seu contato é por FÉ, isso eu não discuto você pode acreditar no que quiser. Se uma nave vier de Ganimedes ( lua de Jupiter), e eu não tiver FÉ , eu não posso VE-LA ?? Os ninhos deixados por Ufos, marcas de solo, e as fotografias e filmes feitos pela operação Prato foram feitas por militares que estavam lá para investigar e fizeram dezenas de registros. Não foi por FÉ, mas sim por EVIDENCIA .
2º -listeiros com centenas de horas de vigílias: Esta convicção baseada na fé é convergente com a afirmação acima. Fé é uma certeza, você sabe, sente, crê, mas a pesquisa de campo sem fé é estéril, mas é de relevante valor, mas só vai registrar fuselagens e luzes.
Pesquisa é pesquisa , analisa evidencias, resíduos, radioatividade, amostras de solo, etc. Sou médico, e a história da Medicina já provou que a FÉ matou muita gente... Se uma criança está com Meningite ( meningococcica), e a mãe com toda Fé do mundo não leva-la ao médico para tomar antibióticos a chance dela sobreviver será quase nula. Durante muitos anos os disturbios mentais eram maus espíritos e até abriam buracos na cabeça das pessoas para os espíritos saírem. A Neurociência evoluiu e possibilitou a recuperação de milhares de pessoas que eram abandonadas nos Dispensários e Hospícios. Um pedaço de fuselagem seria uma excelente evidencia....
3º - INVESTIGAÇÃO CRITERIOSA: Não podemos falar em investigação criteriosa e ignorar a transcomunicação e a TCI;
Voce cita sempre obras de ficção como se fossem pesquisas, Adora Alice , o Coelho, eles fazem parte de estórias de ficção que podem ser distorcidas em evidencias , teses psicanaliticas, onde o Lobo Mau quer comer a Chapeuzinho , é então o mais clássico caso de pedofilia.
4º- Neste aspecto também concordo: "criamos um CULTO", ou melhor, já existe muita gente séria cuidando disto, com profundidade. Com "Mente aberta" para a vertente espiritual deste fenômeno.
Todos que discordam de Cultos, Seitas, e afirmações veementes de alguns, são chamados pejorativamente e CÉTICOS , MENTE FECHADA, NÃO ILUMINADOS, DESCRENTES, ATEUS . É SEMPRE ASSIM.
Você sabia que os seres extraterrestres encarnados e desencarnados envolvidos na evolução deste plante, se comunicam com regularidade e clareza?
Dê somente UMA EVIDENCIA DESSA SUA AFIRMATIVA.
Vou te contar um segredo ...Eu quando estou meditando e estou sozinho, LEVITO ATÉ O TETO do meu quarto, as leis fisicas se dobram pela ação da minha MENTE. Você acredita??????????
Devemos nobre pesquisador realmente manter a mente e a alma abertas para que a verdade possa nos alcançar. Ver as naves, fotografa-las, filma-las, até toca-las é apenas manter relação com a ponta do iceberg.
Novamente o velho Cliche .....
Dia chegará em que eles descerão na terra aos milhares e não demora muito não.
Esta demorando...... desde os primórdios ouvimos afirmações semelhantes, Jan Van Hallen que o diga.
Respeitosamente, Eduardo Peixoto Abs Luciano Siga Alice e ela o levará até a verdade.
A ciencia funciona como luz nas trevas da ignorancia Opa ... Alice cuidado com o LOBO MAU ( desculpe a brincadeira, mas estamos conversando como amigos)
Escrito por orion às 09h17
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"Multiverso" Buscar na Web ""

Você já pensou que nosso universo pode ser apenas uma pequena parte de um enorme multiverso? Parece uma idéia de uma série de ficção científica de gosto duvidoso, mas na verdade é uma teoria científica que está ganhando cada vez mais força. Físicos teóricos (baseados em física quântica e em outros princípios como a teoria das cordas) acham que há vários universos desconectados, chamados de bolhas, formando um todo que eles chamam de multiverso. Uma situação que torna a teoria dos multiversos mais provável é a quantidade de energia escura que o nosso universo tem. Nenhuma outra teoria existente sobre o nosso universo consegue explicar esse fenômeno. Mas se a teoria do multiverso for real essa quantidade de energia não só se torna explicável como é inevitável. O problema com a teoria do multiverso é que, atualmente, não temos como prová-la – já que estaríamos em um universo completamente separado de outro. Se temos dificuldade em ver um planeta distante, imagine identificar um universo inteiro.Eu disse que, atualmente, não podemos comprová-la, mas um cientista chamado Raphael Bousso, está tentando resolver esse problema. Para calcular como encontrar esse multiverso e como medi-lo precisamos investir em probabilidades, tentar “chutar” quais serão as características principais dele (como a quantidade de energia escura que ele teria). Para calcular essas probabilidades é preciso uma medida – uma ferramenta matemática que ajuda na definição dessas probabilidades. Mas encontrar essa medida quando o assunto é o multiverso é muito difícil. Seria como comparar infinitos. “Qual infinito é maior?” – parece uma pergunta sem noção. Então Bousso resolveu calcular essas probabilidades de acordo com a percepção de um habitante de uma bolha que forma um dos universos do multiverso. Nós, por exemplo. Nosso universo surgiu do Big Bang, provavelmente um choque entre um universo e outro, e há uma variedade de universos que pode ser produzida dessa forma. Então ele poderia usar esse tipo de probabilidade e calcular a quantidade de energia escura que seria produzida sem, sequer, ver um outro multiverso. E a quantidade de energia foi bem similar ao valor atual, então parece que o negócio funciona. Mas aplicar isso na prática é outra história. O problema é que pra funcionar mesmo, esses cálculos precisariam da quantidade inicial de vácuo no universo – e isso ainda é um mistério. Fonte: http://www.newscientist.com/article/mg20527501.100-a-measure-for-the-multiverse.html?full=true "Tudo tem uma vontade hostil que é preciso vencer".
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Escrito por orion às 15h42
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"Imagem do dia "Astronomia"" Autor: NASA Buscar na Web "NASA"


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Escrito por orion às 11h05
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"Espanha: telescópio capta rara imagem de estrela de nêutrons" Buscar na Web "EFE"

Na imagem, uma representação artística de um magnetar, que depois da quebra da superfície, libera energia armazenada em seu campo magnético Foto: EFE O grande Telescópio Canárias (GTC), instalado no Observatório Del Roque de los Muchachos, localizado na Ilha de La Palma, na Espanha, registrou imagens com profundidade sem precedentes de uma estrela de nêutrons, do tipo magnetar. O episódio foi informado pelo Instituto de Astrofísica de Canarias (IAC), nesta segunda-feira, dia 1. O GTC, o maior e com tecnologia mais avançada do mundo, foi lançado no dia 24 de julho de 2009, e permitirá aos pesquisadores conhecerem os mistérios da formação do universo através de seu espelho. A Universidade Autônoma do México, o Instituto Nacional de Astrofísica, Óptica e Eletrônica do país, além da Universidade da Flórida e a União Europeia, através do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (Feder) participaram da construção da grande estrutura. O telescópio é uma ferramenta refletora, com um espelho primário de 10,4 metros de diâmetro, o maior do mundo. Trata-se de um projeto avaliado em 104 milhões de euros, financiado em 90% pela Espanha e 10% com o apoio do México e dos Estados Unidos. O GTC permitirá revelar segredos ocultos do universo, por captar a luz formando imagens diretas (detectadas pelo olho humano) e imagens espectroscópicas (através de espectrógrafos, que selecionam uma parte da imagem, separando-a nas diferentes longitudes de uma onda).
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Escrito por orion às 09h51
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"Telescópio Hubble registra imagem inédita do centro da Via-Láctea" Buscar na Web ""
Segundo Nasa, é uma das melhores fotografias do núcleo da nossa galáxia. Astrônomos querem entender melhor como se formam estrelas maciças. 
Uma imagem da Via-Láctea obtida pelo telescópio Hubble revela uma nova população de estrelas maciças na parte central da galáxia. Esses astros têm pelo menos oito vezes a massa do sol, e são milhares de vezes mais brilhantes. Obtida por meio de sensores infravermelhos, que captam luzes invisíveis para o ser humano, a foto mostra também estruturas formadas por gases quentes e carregados de íons que rodeiam local, distante a 300 anos-luz da Terra. De acordo com a Nasa – que gerencia o Hubble junto com a Agência Espacial Européia (ESA) – essa é a imagem mais bem-definida do centro de nossa galáxia obtida por meio de luzes infravermelhas, e pode ser útil para explicar melhor como as estrelas maciças se formam e influenciam o violento núcleo de outras galáxias. A foto é um mosaico de 2.304 captações de luz obtidas entre junho e fevereiro de 2008. (Foto: NASA, ESA, Universidade de Massachusetts e Caltech/Divulgação) fonte> g1.globo.com
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Escrito por orion às 09h30
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Telescópio detecta buraco negro gigante engolindo estrela
Telescópio detecta buraco negro gigante engolindo estrelaInstrumento europeu detecta buraco negro à distância recorde de 6 milhões de anos luz.  
type="text/javascript">Componentes.montarControleTexto("ctrl_texto") O telescópio do Observatório Europeu do Sul (ESO, na sigla em inglês), detectou em outra galáxia o buraco negro mais distante já encontrado.
O corpo celeste está acompanhado por uma estrela que, em breve, será engolida pelo próprio buraco negro.
Com uma massa 15 vezes maior que a massa do Sol, este buraco negro também é o segundo maior buraco negro de massa estelar já encontrado.
Este buraco negro foi encontrado em uma galáxia em formato de espiral, chamada NGC 300, a seis milhões de anos luz da Terra.
"Esta é o buraco negro de massa estelar mais distante já pesado, e é o primeiro que vemos fora de nossa vizinhança galáctica, o Grupo Local (grupo de galáxias que inclui a Via-Láctea)", afirmou Paul Crowther, professor de astrofísica na Universidade de Sheffield, Grã-Bretanha, e um dos autores do estudo.
O parceiro do buraco negro é uma estrela do tipo Wolf-Rayet, que também tem uma massa cerca 20 vezes a massa do Sol. As Wolf-Rayet são estrelas que já estão perto do fim de suas vidas e expulsam a maior parte de suas camadas superiores para a região que as cerca antes de explodirem como supernovas, com seus núcleos implodindo para formar buracos negros.
Os buracos negros de massa estelar são extremamente densos, os restos do colapso de estrelas muito grandes. Estes buracos negros têm massas que chegam até a 20 vezes a massa do Sol. Até o momento, 20 destes buracos negros de massa estelar já foram encontrados.
Por outro lado, buracos negros maiores são encontrados no centro da maioria das galáxias e podem pesar entre milhões e bilhões de vezes a massa do Sol.
Dança
As informações coletadas pelo telescópio do ESO mostram que o buraco negro e a estrela Wolf-Rayet dançam um em volta do outro em períodos de 32 horas. Os astrônomos também descobriram que, enquanto eles orbitam em volta um do outro, o buraco negro está arrancando matéria da estrela.
"Este é, sem dúvida, um 'casal íntimo'. Como um sistema com uma ligação tão forte foi formado ainda é um mistério", afirmou um dos colaboradores da pesquisa Robin Barnard.
Outros sistemas com um buraco negro e uma estrela como companheira não são desconhecidos dos astrônomos.
Baseados nestes sistemas, os astrônomos conseguem ver uma conexão entre a massa do buraco negro e a química das galáxias.
"Notamos que os maiores buracos negros tendem a ser encontrados em galáxias menores que contem menos elementos químicos pesados", afirmou Paul Crowther.
"Galáxias maiores, que são mais ricas em elementos pesados, como a Via Láctea, apenas produzem buracos negros de massas menores."
Os astrônomos acreditam que uma maior concentração de elementos químicos pesados influencia como uma grande estrela evolui, aumentando a quantidade de matéria que perde, o que resulta em um buraco negro menor quando os restos da estrela finalmente entram em colapso.
Em menos de um milhão de anos será a vez da estrela Wolf-Rayet se transformar em uma supernova e, então, se transformar em um buraco negro.
"Se o sistema sobreviver a esta segunda explosão, os dois buracos negros vão se fundir, emitindo grandes quantidades de energia na forma de ondas gravitacionais", conclui Crowther.
No entanto, de acordo com os astrônomos, serão necessários alguns bilhões de anos até que os dois cheguem a se fundir. BBC Brasil - Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC.
Escrito por orion às 09h30
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"Nova teoria para Sagitário A " Buscar na Web ""
Novo modelo teórico desenvolvido utilizando dados de uma declaração muito profunda feita pelo Chandra X-Ray Observatory, para explicar o funcionamento de Sagitário A (buraco negro no centro da nossa galáxia). Os astrônomos sabem há muito tempo que o buraco negro supermassivo no centro da Via Láctea, conhecida como Sagitário A * (Sgr A *, ou, para abreviar) é um jantar especial pobres. O combustível para este buraco negro vem dos ventos fortes explodiram dezenas de jovens estrelas massivas são concentradas perto. As estrelas estão a uma distância relativamente grande distância de Sgr A *, onde a gravidade do buraco negro é fraco, tão alta velocidade dos ventos são difíceis para o buraco negro para capturar e engolir. Os cientistas estimam que anteriormente Sgr A * devem consumir somente 1 por cento do combustível a bordo do vento. Este modelo considera o fluxo de energia entre as duas regiões ao redor do buraco negro: uma região interior que está perto do horizonte de eventos chamados (o limite além do qual nem a luz pode escapar), e uma região externa que inclui o combustível origem do buraco negro - as estrelas jovens - que se estende até um milhão de vezes mais longe. Colisões entre partículas na transferência de energia quente para a região de partículas na região exterior através de um processo chamado de condução. Este, por sua vez, fornece pressão externa adicional o que torna praticamente todo o fluxo do gás na região externa fora do buraco negro. O modelo pode explicar bem a forma estendida de gás quente detectado em torno de Sgr A * em raios-X e os recursos vistos em outros comprimentos de onda. Esta imagem do Chandra Sgr A * e da região é baseada em dados de uma série de observações, com uma duração total de um milhão de segundos, ou quase duas semanas. Tal observação uma profunda deu aos cientistas uma visão sem precedentes da supernova perto de Sgr A * (Sgr A conhecida como Oriente) e os lobos de gás quente que se estende por uma dezena de anos luz de cada lado do buraco negro. Estes lobos fornecem evidências de erupções poderoso ocorrer várias vezes durante os últimos dez mil anos. A imagem também contém o número X misteriosa de X-filamentos de raios, alguns dos quais podem ser enormes estruturas magnéticas que interagem com os fluxos de elétrons energéticos produzidos por estrelas de nêutrons girando rapidamente. Essas características são conhecidas como as nebulosas vento pulsar. Este novo modelo de Sgr A * foi introduzido na 215a reunião da Sociedade Astronômica Americana, em janeiro de 2009 por Roman Shcherbakov e Penna Universidade de Harvard e Robert Frederick K. Baganoff do Massachusetts Institute of Technology. fonte: Nasa
Mail: grupo_gabie@ yahoo.com. ar Web: www.grupogabie. blogspot. com -- Publicado por G.A.B.I.E para G.A.B.I.E. el 1/14/2010 10:26:00 AM
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Escrito por orion às 09h49
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