Acho muito importante registra este e-mail do Afonso leal aqui no 'Via Lactea'
Sobre as tais previsões para 2012, tudo leva a crer que irão se realizar, aliás, já estão se realizando.
Vemos a cada dia o derretimento das geleiras e das calotas polares e um aumento da poluição na atmosfera em todo o globo, um dos agentes causadores do efeito estufa, além disso muitas das previsões ja se realizaram e outras estão se realizando AGORA.
As profecias maias, são muito mais do que profecias, são um alerta à humanidade e um chamado à queeles que desejam mudar seus paradigmas e alargar os horizontes da consciencia, deixando de pensar em termos de materialismo científico,
pois o sistema do homem máquina está agora mesmo ruindo a olhos vistos, em breve o dito popular "tempo é dinheiro" tão impregnado na consciencia coletiva das massas, devido à programação nociva da midia puramente capitalista e portanto consumista, irá deixar de existir e dará lugar à máxima TEMPO É ARTE, só então a humanidade poderá atravessar este portal com ganhos.
As profecias para 2012 não devem ser vistas, portanto deforma pessimista e caóticas, mas sobre a ótica construtivisma, pois estamos diante da maior transformação que este mundo e a humanidade que ele abriga jamais viu, e isso é ótimo, pois logo à frente, surgi~´a uma nova terra e um novo céu, ao qual so serão admitidos aqueles que estiverem na frequencia certa, vibrando no amor e na paz. As armas nucleares serão portanto destruidas, o sistema da besta cairá por terra e nem ruinas restarão, pois a terra será limpa e purificada destes miasmas que antes a assolavam. Isto caríssimos, é motivo de alegria e celebração, não de medo, pessimismo ou ceticismo. abramos nossos corações para o novo e para compreender o que se passa com nosso planeta hospedeiro, assim estaremos abertos também para com-habitar e compartilhar com os nosso irmãos de luz e conhecimento, os extra e intreterrestres e ainda os ultradimensionais.
Com os meus sinceros votos de paz e alegria, eu vos saúdo fraternalmente.
Astronautas da NASA e crianças Vestal Hill Elementary School, nos Estados Unidos estão investigando o efeito da gravidade sobre o crescimento da borboleta monarca
A única diferença é que um experimento está sendo realizado no espaço e os outros na escola primária. Os alunos assistiram a uma tela gigante no
lançamento do ônibus espacial Atlantis ontem à tarde. Entre os quase 15 toneladas de carga transportada pelo veículo da Nasa era uma coleção de
borboletas monarca, lagartos. Criaturas pequenas e frágeis serão descarregadas na Estação Espacial Internacional e do seu desenvolvimento em
quase gravidade zero será monitorado. Vestal, os alunos podem observar o crescimento de suas lagartas próprio bem como aqueles encontrados no
espaço, através do www.monarchwatch webs. org e atch.org http://www.monarchw espaço / /. A câmara está a retirar fotos de larvas no quarto a
cada quinze minutos. O experimento de visto para verificar se os lagartos se transformar em borboletas sem o efeito da gravidade. The 11-missão dia
de Atlantis é comandada pelo U. S. Marine coronel Charles Lo. Hobaugh eo piloto é um capitão da Marinha, Barry Y. Wilmore. Os outros membros da
tripulação são, Randolph J. Bresnik, Michael J. Foreman, Leland D. Melvin e Robert L. Satcher Jr. A missão inclui 3 caminhadas espaciais. Nicole P. Stott,
que é agora 3 meses na estação espacial, vai voltar à Terra com a tripulação do Atlantis. Atlantis também trará de volta um sistema de reciclagem do
banheiro, que transforma a urina em água potável. Os oficiais da NASA disse que, embora atualmente tem água fresca suficiente e de esperança para
enviar mais em futuros vôos. Depois de vôo do Atlantis, o ônibus espacial tem 5 mais missões programadas antes da aposentadoria. "Eu aceito todos
os elogios de" boa sorte "nós podemos conseguir", disse Stephen J. Paine, diretor de testes em uma entrevista coletiva ontem de manhã.
Uma gigantesca concentração de galáxias, que se localiza a sete bilhões de anos-luz da Terra, foi descoberta por uma equipe de pesquisadores do Observatório Europeu do Sul (ESO, na sigla em inglês). As galáxias estão interligadas através de filamentos, com milhões de anos-luz de extensão, criando gigantescas estruturas que assemelham a formação a uma espécie de "esqueleto cósmico", segundo os astrônomos. O achado foi possível graças à combinação de dados dos telescópios VLT, no deserto do Atacama (Chile), e do Subaru, no Observatório Mauna Kea (Japão). De acordo com os cientistas, as galáxias estão encaixadas umas com as outras enquanto imensas agrupações cósmicas se formam em suas intersecções, alimentando-se de matéria escura. As dezenas de grupos de galáxias que rodeiam o cúmulo principal, cada uma delas é dez vezes mais maciça do que a Via Láctea, onde se encontra nosso planeta, e algumas até mil vezes mais. "A matéria não está distribuída de forma uniforme no universo. Em nossa 'vizinhança cósmica', as estrelas formam galáxias e as galáxias formam as agrupações", explicou Masayuki Tanaka, responsável pelo estudo. "A teoria mais aceita é que a matéria também pode se acumular nas chamadas 'redes cósmicas'", afirmou. Os cientistas tentam agora determinar como nascem estas agrupações. Apesar de grandes estruturas deste tipo terem sido observadas perto da Terra, ainda não existiam provas sólidas de sua existência em regiões distantes.
Notícias Cientistas do ESO registram "esqueleto cósmico" do universo 03 de novembro de 2009 • 12h35 • atualizado às 17h27 Comentários 111 1. Notícia As galáxias no interior do esqueleto cósmico aparecem em vermelho; os pontos azuis são galáxias que estão na frente ou atrás da estrutura Foto: Divulgação As galáxias no interior do "esqueleto cósmico" aparecem em vermelho; os pontos azuis são galáxias que estão na frente ou atrás da estrutura 03 de novembro de 2009 Foto: Divulgação * 1. Reduzir 2. Normal 3. Aumentar * Imprimir Uma gigantesca concentração de galáxias, que se localiza a sete bilhões de anos-luz da Terra, foi descoberta por uma equipe de pesquisadores do Observatório Europeu do Sul (ESO, na sigla em inglês). As galáxias estão interligadas através de filamentos, com milhões de anos-luz de extensão, criando gigantescas estruturas que assemelham a formação a uma espécie de "esqueleto cósmico", segundo os astrônomos. O achado foi possível graças à combinação de dados dos telescópios VLT, no deserto do Atacama (Chile), e do Subaru, no Observatório Mauna Kea (Japão). De acordo com os cientistas, as galáxias estão encaixadas umas com as outras enquanto imensas agrupações cósmicas se formam em suas intersecções, alimentando-se de matéria escura. As dezenas de grupos de galáxias que rodeiam o cúmulo principal, cada uma delas é dez vezes mais maciça do que a Via Láctea, onde se encontra nosso planeta, e algumas até mil vezes mais. "A matéria não está distribuída de forma uniforme no universo. Em nossa 'vizinhança cósmica', as estrelas formam galáxias e as galáxias formam as agrupações", explicou Masayuki Tanaka, responsável pelo estudo. "A teoria mais aceita é que a matéria também pode se acumular nas chamadas 'redes cósmicas'", afirmou. Os cientistas tentam agora determinar como nascem estas agrupações. Apesar de grandes estruturas deste tipo terem sido observadas perto da Terra, ainda não existiam provas sólidas de sua existência em regiões distantes. Conforme o ESO, a descoberta permitirá aos investigadores aprofundar o conhecimento da rede de galáxias no universo. Para esclarecer este "esqueleto cósmico", o grupo de astrônomos mediu a distância que separa a Terra de 150 galáxias, obtendo uma reconstrução tridimensional da estrutura. O estudo foi publicado no Astronomy & Astrophysics Journal. Em nosso entorno cósmico, as estrelas se formam nas galáxias e estas, por sua vez, formam grupos e cúmulos de galáxias em forma de filamentos. O último filamento localizado está a cerca de 6,7 bilhões de anos-luz de distância da Terra e se estende por pelo menos 60 milhões de anos-luz. A estrutura recém descoberta provavelmente se estende além do campo investigado pela equipe. Por isso, já foram planejadas novas observações para obter uma medida definitiva de seu tamanho, diz um comunicado do ESO. Com informações do ESO, da EFE e do jornal espanhol El Mundo
O objeto mais antigo do Universo foi observado por um grupo internacional de astrônomos. Trata-se de uma estrela que estava explodindo (e morrendo) na infância do cosmo, meros 630 milhões de anos após o Big Bang. Se os 13,7 bilhões de anos de história do Universo fossem resumidos em um ano, essa explosão teria acontecido por volta do dia 15 de janeiro --a Terra surgiu só quase em agosto, e os humanos modernos, nos últimos 10 minutos do dia 31 de dezembro. A morte desse corpo celeste primordial foi violenta: sua luz foi emitida na forma de raios gama, a radiação mais energética que existe. Ela viajou esse tempo todo e só chega à Terra agora. A descoberta, dizem seus autores, pode mudar a compreensão do primeiro bilhão de anos do cosmo. "É a última era do Universo que ainda é desconhecida pela ciência", disse à Folha Nial Tanvir, astrônomo da Universidade de Leicester (Inglaterra), um dos autores do estudo, publicado na revista "Nature". Era das trevas Os cientistas sabem que, na sua infância, o Universo atravessou uma "Idade das Trevas", na qual a matéria se aglomerava, mas as primeiras estrelas ainda não haviam surgido. Não se sabe, porém, quando acabou a escuridão e se fez a luz: a detecção de objetos muito antigos é difícil. Até agora, os corpos celestes mais antigos datavam de 800 milhões a 900 milhões de anos após o Big Bang. O novo objeto, que levou o nome pouco inspirado de GRB 090423 (sigla para Disparo de Raios Gama 090423), recua essa idade e deve permitir o estudo das estrelas pioneiras. "Sabemos como era o Universo logo após o Big Bang. Temos também uma boa noção do Universo quando ele tinha 1 bilhão de anos, já vimos várias galáxias de então. A descoberta de agora preenche esse buraco inexplorado", diz Ruben Salvaterra, do Instituto Nacional de Astronomia da Itália, outro autor da descoberta. Pálido ponto vermelho As observações foram feitas com o satélite Swift, da Nasa. Depois, por telescópios. Para entender como os cientistas sabem a distância de um objeto, imagine o som de um carro se aproximando rápido. Ele é diferente do som do mesmo carro se afastando. A luz de um objeto que se aproxima também é diferente da luz de um que se afasta --mas é preciso estar muito rápido para que se perceba. Se a luz de uma estrela apresenta um desvio para o vermelho no espectro luminoso, é sinal de que está se afastando. Se o desvio é para o azul, está se aproximando. O GRB 090423 tem o maior desvio para o vermelho já observado. A ideia dos cientistas, agora, é procurar conhecer quais eram os vizinhos da GRB 090423. "Vamos tentar conhecer a pequena galáxia na qual a estrela viveu. Pretendemos olhar profundamente para lá com o Hubble em 2010", diz Tanvir.
Como siempre un gusto saludarlos e invitarlos al 12 Congreso Internacional de Ovnilogía, Capilla del Monte, Argentina. El evento más importante de los no identificados en América del Sur. Quiero agradecer a Jorge Suárez, director del Congreso y a Luz Mary López, coordinadora del mismo por la invitación.
Así también, les doy a conocer que después del Congreso, un servidor, durante tres días realizaré varias entrevistas con investigadores OVNI argentinos para el programa de televisión TERCER MILENIO y TERCER MILENIO Galavisión:
CONGRESO INTERNACIONAL DE OVNILOGÍA
En Capilla del Monte, Córdoba Argentina, los días 6,7 y 8 de noviembre de 2009, se llevará a cabo el 12º CONGRESO INTERNACIONAL DE OVNILOGIA, con la participación de astronautas, el Dr Steven Gree (lidera el Grupo de desclasificación de la presencia extraterrestre) el Abuelo Maya y el único Contactado que ha dado prueba de sus contacto entre otras personalidades de la temática para actualizarnos de las últimas noticias de este tema mal llamado Fenómeno OVNI.
El Centro de Informes Ovni de Capilla del Monte, siempre actualizado en la temática OVNI, después de haber realizado once Congreso Internacionales en Capilla del Monte, Córdoba Argentina, y nueve en Bogotá Colombia, siempre con el Objetivo de hacer Docencia en este tema tan controvertido pero tema al fin, nos proponemos en el 2009, presenta la oportunidad al Gobierno primero de Capilla del Monte, luego de la Provincia a que acompañen activamente esta Actividad que esperan un numero cierto de personas que conocen de nuestra actividad, pero por sobre todo para que podamos llegar con la difusión masiva para que sean más los que participen activamente en el mismo.
La actividad es apta para todo público, y la sala Enrique Muiño de Capilla del Monte esta en capacidad de recibir a una cantidad importantes de turistas para esa fecha.
Como bien saben quienes vienen acompañando esta actividad, es realizada en un fin de semana común, y así generar un fin de semana interesante para los servicios turísticos.
El 12º CONGRESO INTERNACIONAL DE OVNILOGIA, esta vez estará engalanado de 12 invitados con renombre internacional, entre ellos Astronautas, que motivan a una amplia asistencia, ya que personalidades de este nivel no los tenemos en el país todos los días.
Tiene un costo básico, que cubren los pasajes, estadía por los días del evento y la alimentación de los invitados, para el cual invitamos a participar activamente en el mismo y logra los objetivos trazados.
Durante el CONGRESO se irradiará desde Capilla del Monte el programa radial “Espacio en Blanco” que conduce nuestro colega y amigo, Miguel Blanco desde Madrid por Radio Nacional de España para España y Latinoamérica.
Ustedes sabrán bien de que manera acompañar esta actividad, que pasa a ser UNICA en Argentina, por la continuidad y seriedad con que es presentada.
INVITADOS DE ARGENTINA, ESPAÑA, MEXICO, ESTADOS UNIDOS Y URUGUAY:
ARGENTINA
+ Mario Gorosterrazu, Carmen de Areco. Buenos Aires, Argentina.
Tema: LAS HUELLAS DE INGLATERRA
+ Jorge Suárez, Centro de Informes OVNI-Capilla del Monte-Cordoba
MÉXICO + Yohanan Diaz Vargas, Periodista/investigador, Reportero del programa de televisión TERCER MILENIO de Jaime Maussan. Tema: LA AGENDA EXTRATERRESTRE: Avistamientos OVNI a nivel Mundial
URUGUAY + Ariel Sanchez, Coronel de la Fuerza Aérea del Uruguay CRIDOVNI-CRIFAT
Laboratório brasileiro vai estudar vida fora da Terra
O que é astrobiologia
O primeiro laboratório de astrobiologia no Brasil será inaugurado no início de 2010, vinculado ao Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas (IAG) da Universidade de São Paulo (USP). As instalações ficarão no Observatório Abrahão de Moraes, em Valinhos (SP). Astrobiologia é o estudo da origem, da evolução, da distribuição e do desenvolvimento da vida no Universo. Esse campo de pesquisas inclui a busca por locais habitáveis no Sistema Solar e em outros planetas e luas, conhecidos como exoplanetas e exoluas. É por isto que a astrobiologia é também conhecida como exobiologia. Outra denominação comum é bioastronomia. O campo é multidisciplinar e envolve contribuições da astronomia, biologia molecular, química, meteorologia, geofísica e geologia. Simulação de ambientes espaciais A maior novidade do projeto brasileiro será a instalação da primeira câmara de simulação de ambientes espaciais do hemisfério Sul, que já está sendo construída no local. O equipamento, que reproduz condições e ambientes extraterrestres, deverá entrar em funcionamento no segundo semestre de 2010. "Com a câmara, conseguiremos simular parâmetros de ambientes fora da Terra, como as condições do espaço ou de outros planetas", afirma Douglas Galante, coordenador do projeto. "Se precisamos entender como um organismo vivo sobreviveria em Marte, por exemplo, é possível recriar as características marcianas, controlando variáveis como temperatura, composição gasosa, pressão atmosférica e radiação ultravioleta, de modo que as amostras inseridas dentro da câmara são acompanhadas por detectores", explicou o pesquisador do Departamento de Astronomia do IAG. Vida fora da Terra O objetivo é que o laboratório seja usado pela comunidade científica nacional e internacional em pesquisas teórico-experimentais, contribuindo para o avanço do conhecimento em questões diversas da astrobiologia. Entre elas estão a possibilidade de existir vida fora da Terra, a origem da vida no planeta e o futuro da vida na Terra e em outros corpos celestes. "A única certeza que temos hoje é que existe vida na Terra, ainda que não saibamos de que forma ela surgiu. Sabemos também que talvez tenha existido vida em Marte no passado, quando lá havia água mais abundante", disse Galante. "Várias sondas trabalham naquele planeta para tentar identificar esses indícios de vida. Isso mostra que estamos apenas engatinhando no entendimento de como a vida surge, evolui e algum dia pode se extinguir, na Terra e fora dela", afirmou. Extremos da vida Na câmara de simulação planetária serão realizados, em um primeiro momento, experimentos com os extremófilos, microrganismos que servem de modelo para diversas pesquisas por serem capazes de sobreviver em condições ambientais extremas, como a ausência de luz solar ou níveis muito altos ou baixos de pressão, temperatura, água e oxigênio. "Os extremófilos vivem em alta pressão no fundo dos mares, em ambientes extremamente frios e também em locais muito quentes, como em fontes geotermais, além de ambientes com alta radiação. Se esperamos encontrar vida em Marte, muito provavelmente ela será bem-parecida com a desses microrganismos", diz Galante. Os pesquisadores do IAG mantêm amostras de extremófilos em laboratório e atualmente já estudam esses microrganismos em equipamentos de simulação do Laboratório Nacional de Luz Síncrotron (LNLS), em Campinas (SP). Outras formas de vida "Com a câmara de simulação de ambientes espaciais queremos pegar também amostras ambientais aqui da Terra e testá-las para ver se encontramos novos organismos resistentes semelhantes aos extremófilos", aponta Galante. Para isso, a partir do início de 2010, os pesquisadores estudarão amostras da Antártica e do deserto do Atacama, no Chile, para tentar descobrir novos organismos que também possam existir em outros planetas. "Além da simulação de ambientes extraterrestres, a câmara também poderá ser usada em estudos tecnológicos e aplicados, como na área de ciência dos materiais, visando ao desenvolvimento de equipamentos que podem ser usados no espaço por satélites", afirmou. Planetas parecidos com a Terra Além das sondas espaciais e dos robôs que já estão procurando por formas de vida em Marte e na Lua, a procura por planetas semelhantes à Terra fora do Sistema Solar constitui um elemento-chave nos esforços da astrobiologia. Desde a descoberta do primeiro planeta extrassolar, feita pelo astrônomo suíço Michel Mayor, em 1995, no Observatório de Haut Provence, na França, já foram encontrados mais de 300 outros. No entanto, devido às limitações dos métodos atuais de detecção desses corpos - medição da velocidade radial da estrela à qual estão ligados -, a maioria deles tem sido do tamanho ou maior do que Júpiter, maior planeta do Sistema Solar. Ou seja, os planetas encontrados são muito maiores do que a Terra. "Parece que a tecnologia está chegando a um ponto crítico. Mas acredito que em dois anos seremos capazes de encontrar o primeiro planeta de massa equivalente à da Terra ainda usando o método tradicional de mensuração de velocidade radial", disse Mayor, professor do Departamento de Astronomia da Universidade de Genebra. "Está se tornando cada vez mais claro que planetas com massa inferior à de Júpiter são comuns no Universo", afirmou o astrônomo que, depois de descobrir o primeiro planeta fora do Sistema Solar - na órbita da estrela 51 Pegasi (a 47,9 anos-luz da Terra) -, já detectou mais de 150 orbitando outras estrelas, muitos compondo sistemas multiplanetários. Técnicas indiretas No método da medição da velocidade radial de estrelas, detecta-se a existência de um planeta ao se observar uma alteração no ritmo dessa aceleração. Na maioria dos casos, não se pode ver o planeta. Sua existência é deduzida de acordo com a diminuição ou aumento na velocidade estelar. Assim, quanto maior for a velocidade da estrela, maior o planeta. A dinâmica é explicada por Augusto Damineli, professor do Instituto Astronômico e Geofísico da Universidade de São Paulo (USP). "A estrela obriga o planeta a girar em torno dela. O planeta, por sua vez, pela Terceira Lei de Newton, o princípio da ação e reação, reage e obriga a estrela a se mover também. Os dois orbitam em torno de um ponto comum, e quanto maior a massa do planeta, maior a velocidade da estrela. Assim, indiretamente se deduz a existência do planeta", explicou. Segundo ele, a dificuldade de se achar um planeta do tamanho da Terra com esse método é que ele produz uma pequena reação na estrela, tornando difícil a mensuração de sua velocidade. Uma gama de planetas foi detectada usando esse método, mas as expectativas para o futuro são grandes. O método de detecção pela técnica do trânsito - também chamado de método de ocultação - poderá vir a ser mais preciso na busca por planetas menores. Quando o planeta se encontra na conjunção inferior e passa na frente do Sol, visto da Terra, diz-se que está em trânsito. Por isso, a abordagem do método de ocultação é simples: "Quando o planeta está em trânsito e passa na frente da estrela na qual orbita, esta dá uma 'apagadinha' e ele pode ser, então, detectado", disse Damineli no mês passado, durante a 27ª Assembleia da União Astronômica Internacional (UAI), no Rio de Janeiro. Zona habitável As expectativas são grandes em torno de dois projetos atuais de caça a planetas, ambos usando o método do trânsito: a missão euro-brasileira Corot e a missão norte-americana Kepler - veja Telescópio espacial Kepler vai começar busca por outras Terras. Apesar das dificuldades tecnológicas, este ano um planeta duas vezes maior que a Terra foi descoberto na órbita de uma das estrelas mais próximas à Terra - a Gliese 581, distante 20,5 anos-luz - por meio do espectrógrafo Harps, um dos maiores caçadores de planetas extrassolares, instalado no telescópio de 3,6 metros do European Southern Observatory (ESO), no deserto de Atacama, em La Silla, no Chile. O planeta também se localiza no que os astrônomos chamam de "zona habitável", onde, supostamente, pode existir água oceânica. Baseando-se em uma projeção da temperatura à superfície, astrônomos apontam que esse poderá ser o primeiro planeta extrassolar semelhante à Terra. Traços de vida Aliás, investigar a possibilidade de existência de vida nesses planetas - e procurar pelos chamados "biotraços" (traços de vida) - é o próximo passo, de acordo com o astrônomo alemão Claus Madsen, do ESO. "A nova geração de telescópios será capaz de ver os planetas extrassolares com mais precisão", afirmou. Um exemplo é o Extremely Large Telescope (ELT), que deverá ser concluído pelo ESO em 2017. Ele poderá, segundo Madsen, detectar a luz de planetas extrassolares muito pequenos e observar características biológicas, tais como a existência de oxigênio. Sobre a existência de água, Madsen é enfático. "Existe hidrogênio em todo o Universo e com a existência de oxigênio em um determinado planeta há a possibilidade de existir água, já que esta é composta por esses dois elementos. Resta saber em que forma vamos encontrar essa água. A existência de água em sua forma líquida vai depender da temperatura da superfície da estrela e a distância entre esta e o planeta", disse.
Satélite europeu capta imagem de nuvens de gás frio na Via-Láctea Fotos mostram estrelas recém-nascidas a milhares de anos-luz da Terra. Cientistas identificaram material extremamente frio e matéria quente.
O satélite de observação espacial Herschel registrou impressionantes de nuvens de gás frio na Via-Láctea, revelando uma atividade intensa e
inesperada. A região fria e escura é pontilhada com “berçários estelares”. Segundo a Agência Espacial Europeia (ESA), no dia 3 de setembro o Herschel
apontou sua lente na direção de um reservatório de gás frio na constelação do Cruzeiro do Sul. Enquanto o telescópio escaneava o céu, instrumentos
do satélite registravam as imagens. A região está a milhares de anos-luz da Terra. Os cinco originais em infravermelho tiveram as cores decodificadas
para permitir que os cientistas diferenciassem material extremamente frio (em vermelho) da matéria quente (em azul). As imagens revelam estruturas
de material frio em nossa galáxia nunca antes vistas. Mesmo antes de uma análise detalhada, os cientistas colheram informações sobre a quantidade
do material registrado, sua massa, temperatura, composição e se está entrando em colapso para formar novas estrelas. As fotos revelam uma
surpreendente quantidade de turbulência: o material interestelar se condensa em filamentos contínuos e interligados que brilham à luz das estrelas
O aglomerado possui uma variedade colorida com cerca de 100 mil estrelas
A Nasa, agência espacial americana, divulgou nesta quinta-feira uma imagem panorâmica de um aglomerado de estrelas gigantes. O aglomerado possui uma variedade colorida com cerca de 100 mil estrelas.
A fotografia foi uma das primeiras captadas pela nova câmera Wide Field Camera 3, instalada no telescópio espacial Hubble na última manutenção realizada pela Nasa.
As aglomerações estelares são formadas por milhares de corpos celestes que se mantêm juntos pela ação da gravidade. Nelas, residem algumas das estrelas mais velhas do universo - provavelmente nasceram antes da Via Láctea - e por isso são mais antigas do que qualquer uma das existentes na nossa galáxia.
Medir o crescimento econômico dos países em desenvolvimento, especialmente na região do subsaara é um desafio para os pesquisadores. Em alguns países as dificuldades são tantas que não raro são deixados de fora das estatísticas. Para melhorar as estimativas um grupo de pesquisadores sugere utilizar imagens noturnas captadas por satélites, onde as luzes das cidades representam uma indicação do PIB dos países. A idéia foi proposta pelos economistas Vernon Henderson, Adam Storeygard e David Weil, ligados à Universidade de Brown, nos EUA, que pretendem utilizar o novo método para melhorar a margem de erro nas estimativas atuais, que chegam a 40% em países do subsaara. Segundo os pesquisadores, em alguns casos os dados são tão escassos que países como Iraque, Mianmar, Somália e Libéria nem aparecem nas estatísticas. A idéia dos pesquisadores envolve mesclar os dados já disponíveis com as variações observadas na densidade das luzes das cidades, captadas durante o período noturno através de satélites geoestacionários. Para o trabalho foram usadas uma série de 10 anos de imagens meteorológicas e que mostram sempre as mesmas regiões do planeta.